Vevo — Pop Video Weekly | This Week’s Biggest Hits Ep. 69 (Vevo)

Vevo — Pop Video Weekly | This Week’s Biggest Hits Ep. 69 (Vevo)



Harry Styles, Calvin Harris, and Demi Lovato all had a big week. See who else made episode 69 of Pop Video Weekly. Subscribe to the Vevo channel for constant music video updates. Share with a pal. July 16, 2022.

Executive Producer: Micah Bickham
Design + Animation: Sydney Emery
Post Producer: Dominic Siri
Producers: Jim Macnie + Devon Sheridan
Editor: Kevin Rose

Vevo

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#CalvinHarris #DemiLovato #HarryStyles

15 комментариев

The person who is reading this comment may their future will be bright"💓

Harry & Demi ❤

Demi me surpreendeu muito, que MAGNÍFICO 😍

❤Only for fans over 18 year⤵️ Alles sehr schön. Aber zuerst zusammen die Nummern 10 und 1. Eine emprutt.ONLINE Brünette und eine andere Blondine. Es wäre unfair, wennj ich 4 wählen würde

O DESAFIO DO IDENTITARISMO
O identitarismo é uma forma de se posicionar como membro ou representante de um grupo social, ideológico, étnico, classe. O identitarismo é conhecido por outras nomenclaturas: “lugar de fala” (Djamila Ribeiro), “progressismo neoliberal” (Nancy Fraser). O grande mérito dos identitários é focar na essência daquele grupo, ou seja, os identitários lgbtqiap+ chamam a atenção para o foco dos grupos lgbtqiap+. Os identitários negros chamam a atenção para as pautas dos movimentos e grupos negros. Os grupos feministas chamam a atenção para as pautas das mulheres. Os empobrecidos chamam a atenção para as pautas dos empobrecidos. Porém, o grande problema destes atores identitários é conquistar para si o que deveria ser conquistado para todos daquele grupo e ainda que seja uma conquista para todos os grupos identitários e até não identitários. Assim, os atores identitários passam a reproduzir a dinâmica neoliberal. Eles conquistam para si como ator social, político, econômico, ideológico e ainda culpam os demais do seu grupo por ausência de empenho ou por culpa pessoal. Essa estratégia faz os atores identitários iguais a todos os neoliberais.
Eu vi uma senhora na Rede Globo que afirmava que o Mercado estava aberto para as pessoas idosas. Ela colocou a sua causa pessoal e particular como se fosse algo facultado a todo idoso. Ela fazia parte de menos de 1% dos idosos privilegiados do Brasil e se apresentava como algo plausível para todos os idosos. Eu vi um pré-adolescente negro dizer que ele fazia sucesso e todas as pessoas negras poderiam fazer sucesso igual a ele. Ele se esquecia de esclarecer que ele tinha um perfil estético, carismático que preenchia os critérios do Mercado. Dessa maneira, os dois casos acima podem ser identificados como identitários. Eles fazem sucesso em suas respectivas áreas e conclui que todas as pessoas do grupo etário ou étnico poderiam ter as mesmas conquistas. Essa não é a verdade universal.
Os atores “identitários” e os “progressistas neoliberais” precisam avançar uma “casinha” no xadrez das conquistas sociais. Esse avanço só será possível com diálogo aberto franco e permanente com os verdadeiramente progressistas. Os progressistas não querem o bem somente para uma pessoa do grupo étnico, social, etário etc. Os progressistas centram o seu foco naquilo que garante o bem para todos igualmente, sem ter algum ponto de exclusão.
Vamos citar alguns exemplos de progressitas.
1. Nancy Fraser solicitou ao presidenciável estadunidense aumentar o salário de todos os trabalhadores. Este fato elucida que todos devem ter salário digno e não somente um grupo de privilegiados. Os progressistas pensam em todos, inclusive em seus adversários. Ele tem adversário e nunca inimigo.
2. O professor Paulo Ghiraldelli provocou aos governos brasileiros transformar todas as instituições educacionais particulares do Brasil em instituições públicas, gratuitas e de qualidade. Essa dinâmica faria com que o ensino público voltasse a ter as melhores qualidades. Quando se coloca o estudo acadêmico público gratuito e de qualidade, somente as pessoas que forem mais bem preparadas nos ensinos fundamentais e de ensino médio terão possibilidade para conquistas vagas. Porém, quando todas as escolas forem públicas, os oligarcas vão querer melhorar a qualidade do ensino fundamental e médio para todos e não somente para o seu grupo social.
3. O Papa Francisco fala em uma “renda universal”. O ex-senador Eduardo Suplicy advoga em favor da “renda mínima”. O professor em economia e escritor Ladislau Dawbor defende a “renda básica”. O nome pouco ou nada importa, mesmo que seja um “Auxílio Brasil” ou “Bolsa Família”. Essa estratégia tem a finalidade de dar dignidade aos empobrecidos. Este dinheiro seria distribuído para todos os brasileiros. Ele seria insignificante para o oligarca e imprescindível para o empobrecido e trabalhador. Para o trabalhador e empobrecido, este dinheiro do Estado ajudaria ele ter casa, comida e bem-estar. O documentário “3 refeições” mostrou que as oligarquias brasileiras controlam os empobrecidos desde 1500 com a fome. Jessé Souza mostrou que a humilhação só advém de acolhida incondicional dos empobrecidos a ideologia oligarca e da submissão aos seus desejos. Essa “renda cidadã” promoveria uma liberdade de escolha, uma autonomia e até independência dos empobrecidos em fazer ou não aquilo que os oligarcas pedem ou pagam para os empobrecidos fazerem, inclusive crimes.
4. Keila Simpson é ativista LGBTQIAP+. Ela foi dar uma palestra no México. A alfândega daquele país não acolheu e deportou de volta a ativista. O motivo foi que a ativista LGBTQIAP+ não adequou o documento pessoal com a fisionomia, ou seja, ela optou não mudar o documento pessoal para que quando ela fosse enterrada, ela não se silenciasse como LGBTQIAP+. Ela advoga que nos cemitérios só existem “heteros sis”. Ela quer ser enterrada como LGBTQIAP+. Porém, quando chegou ao Brasil, as autoridades mexicanas e brasileiras constataram que a ativista não era criminosa e nem buscava fazer algo de errado no México. Assim, ela foi convidada pelas autoridades a voltar para o evento no México. Ela não aceitou e propôs uma acolhida mais generosa e humanizada a todos os seres humanos em especial aos LGBTQIAP+. Ela poderia resolver o problema dela e relevar os transtornos. A consciência de ativista e o pensamento progressista fez esta ativista dar a palestra pela internet e gerar uma discussão no Brasil, no México e nos países que estavam representados no congresso no México para uma melhor acolhida internacional aos LGBTQIAP+.
Os identitários precisam dialogar com os progressistas para que eles possam chegar a alguns “pontos de convergência” que contemplem a necessidade e os anseios de todos. Neste método, o avanço é mais lento. Porém, ele é permanente e é para todos e não somente para os grupos privilegiados ou destacados. Se sabe que há privilegiados ou respeito a dignidade até nos grupos criminalizados, animalizados, desumanizados, empobrecidos, trabalhadores. Estas pessoas fazem parte de uma cota do neoliberalismo para se apresentar como facultado a todos e não somente a alguns privilegiados.
SÉRGIO DE SOUZA NERES
sergiocssn@yahoo.com.br
CV: http://lattes.cnpq.br/2903651184076330
Blog: https://draft.blogger.com/blog/pages/51760664007557877
GOIÂNIA — GOIÁS
03/05/2022…

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