Vevo — Pop Video Weekly | This Week’s Biggest Hits Ep. 71 (Vevo)

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Beyoncé, Post Malone, Doja Cat, Marshmello, all had a big week. See who else made episode 70 of Pop Video Weekly. Subscribe to the Vevo channel for constant music video updates. Share with a pal. July 30, 2022.

Executive Producer: Micah Bickham
Design + Animation: Sydney Emery
Post Producer: Dominic Siri
Producers: Jim Macnie + Devon Sheridan
Editor: Kevin Rose

Vevo

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#Beyoncé #DojaCat #PostMalone

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👇 ~ Sei vorsichtig ~ 💖 Wahnsinnig süß [Sekku, Su] Szene Zeitraum. Zeitraum. Limit. Enjoywithme.Host Behoben! ️😘 Bevor es gelöscht wird 😍👊

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OS TENTÁCULOS DO NEOLIBERALISMO
O neoliberalismo é uma forma inovada de o capitalismo acentuar e racionalizar a sua maneira e método para alcançar os seus objetivos: acumular riqueza nas mãos de quem mais tem poder e força econômica, política, ideológica, jurídica, social. Esses métodos neoliberais já foram claramente explícitos e facilmente constatados. Porém, Nancy Fraser alertou que o “progressismo neoliberal” se “pinta” ou se “traja” ou se “veste” de progressista para enganar os progressistas e continuar neoliberal. Este “método camaleônico” procura dividir os progressistas por dentro e não um inimigo ou adversário externo. Assim, o neoliberalismo não é tão explícito para muitas pessoas e principalmente para as pessoas desatentas ou privilegiadas ou “compras” ou dominadas pelo neoliberalismo.
A estudiosa brasileira do empoderamento feminimo e negro, Djamila Ribeiro é uma vítima das estratégias neoliberais ou ela é apenas uma “vendida” para o mercado neoliberal. A análise do “lugar de fala” da autora fica explícita que ela é neoliberal e nega sê-lo. O grande problema da negação é a falta de diagnóstico. Quando se tem o diagnóstico que a autora é neoliberal ou o seu material é uma contribuição para o “progressismo neoliberal” ou o “identitarismo” fica fácil de “receitar” a saída. Dessa maneira, se ela não assume sê-lo neoliberal, a tarefa dos colegas intelectuais é fazê-lo.
Jessé Souza (O racismo criou o Brasil) deixa claro que Djamila Ribeiro é “progressista neoliberal”, por ela advogar a cerca do “lugar de fala” como se fosse um lugar plausível para todas as pessoas chegarem. Esta não é a verdade dos fatos. O “lugar de fala” é apenas um privilégio de uma pequena parte das minorias excluídas. Ela usa a dinâmica de colocar a exceção como regra e não o contrário, ou seja, de colocar a exceção como exceção e o que ocorre com 99% das pessoas em situações similares como regra. Desse modo, o neoliberalismo ganha ativistas dentro dos movimentos feministas e negros, que deveriam ser praticamente formado por progressistas.
A Rede Globo fez uma homenagem às mulheres no dia Internacional das mulheres em 2021. Neste programa, uma senhora idosa apresentou o Mercado como dócil e aberto aos idosos. Ela só esqueceu-se de falar que 99% dos idosos são excluídos do mercado. Essa senhora fazia parte da exceção e se colocou como regra. Essa é a atitude “progressista neoliberal”. O progressismo está caracterizado por acolher uma pessoa idosa no Mercado. Porém, o neoliberalismo fica explícito quando notamos que para além do discurso desta senhora que modelava para idosos era exceção. Portanto, esta senhora era “progressista neoliberal” e usava do discurso progressista para fazer o neoliberalismo ser acolhido com docilidade pelos demais progressistas.
Eu assisti a um vídeo de um pré-adolescente negro, bonito, carismático que dizia que para não sofrer pré-conceitos raciais era somente tratar as pessoas bem e todos seriam tratados bem igualmente. Ele concluía o racismo é uma atitude agressiva do negro que é respondida com mais agressividade pelo racista. Esta criança usou a estratégia das oligarquias brasileiras para humilhar a própria etnia dela. Ela transformou a vítima em algoz e que foi legitimamente respondido. Esse método foi denunciado pelo mais novo livro de Jessé Souza (Brasil dos humilhados: uma denúncia sobre a ideologia das elites). Ele denuncia que as vítimas usam as estratégias dos algozes para se legitimar e conformar na situação de explorado, humilhado, desumanizado, animalizado. Essa estratégia necessita ser superada ao transpor a “bolha” neoliberal e achar saídas para estas deslegitimar as “violências simbólicas” (Pierre Bourdieu) e até violências físicas, que são constantes no Brasil desde a Colônia até os nossos dias com a violência policial e de exploradores de mão de obra barata.
SÉRGIO DE SOUZA NERES
sergiocssn@yahoo.com.br
sergiocssn@yahoo.com.br
CV: http://lattes.cnpq.br/2903651184076330
Blog: https://draft.blogger.com/blog/pages/51760664007557877
GOIÂNIA — GOIÁS
04/05/2022.

Cada música uma nostalgia incrivelmente diferente. 💛💫

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